Acontece nesta segunda-feira, 16, a partir das 8 horas, em Campina
Grande (PB), mais uma audiência pública do Comitê
Assessor Externo (CAE) da Embrapa Algodão, que tem como objetivo
principal oferecer subsídios aos gestores da estatal sobre os
principais desafios e oportunidades de pesquisa, desenvolvimento e
inovação identificados no atual cenário
agrícola brasileiro com os produtos trabalhados pela Unidade, os
quais deverão ser incorporados a sua programação
de pesquisa.
A abertura da audiência fica a cargo do Chefe Geral da Embrapa
Algodão, Dr. Napoleão Esberard de Macêdo
Beltrão, que fará saudação de boas vindas
aos membros do CAE. Em seguida será exibido o vídeo
institucional da estatal. Às 08h20 está prevista a
palestra do Dr. Fernando Antônio de Araújo Campos,
representante do Diretor Executivo de PD&I da Embrapa, Kepler
Euclides Filho, sob o título “Novos rumos de pesquisa,
desenvolvimento e inovação (PD&I) a serem adotados
pela Embrapa nos próximos anos”.
A partir das 9h10, o Chefe Adjunto de PD&I da Embrapa
Algodão, Carlos Alberto Domingues da Silva, profere a palestra
“Estratégias de Pesquisa, Desenvolvimento e
Inovação da Embrapa Algodão para os
próximos dois anos”. Na seqüência será
aberto o debate para o público presente.
Depois das 10 horas, o pesquisador do Instituto Agronômico do
Paraná (IAPAR), Ruy Seiji Yamaoka, faz palestra enfocando o tema
“Algodão Cultivado em Sistema Adensado: Oportunidades e
Desafios”. Em seguida, o pesquisador da Embrapa Algodão,
Melchior Naelson Batista da Silva, faz palestra sobre o
“Ações de Pesquisa, Desenvolvimento e
Inovação em Agricultura Familiar no Semi Árido do
Brasil”.
No período da tarde, ocorre reunião privativa dos membros
do Comitê Assessor Externo, para a discussão e
avaliação de novas propostas de pesquisa a serem
incorporadas ao Plano de Desenvolvimento da Unidade (PDU) da estatal na
Paraíba.
O CAE da Embrapa Algodão se compõe pelos seguintes
membros: Fernando Antônio de Araújo Campos, representante
do diretor executivo de PD&I da Embrapa, Kepler Euclides Filho;
Haroldo Rodrigues da Cunha, presidente da Associação
Brasileira dos Produtores de Algodão (ABRAPA); Marc Piraux, do
Centro de Cooperação Internacional de Pesquisa
Agronômica para o Desenvolvimento (Cirad, na sigla em
francês); Maitê Torres Jauregui Eguia Carvalhinho, gerente
de Tecnologia Agrícola Petrobras Biocombustível S.A;
Paulo Geraldo Berger, professor do Departamento de Fitotecnia da
Universidade Federal de Viçosa; Emerson José
Osório Pimentel Leal, diretor técnico da Empresa Baiana
de Desenvolvimento Agropecuário (EBDA); Camilo Flamarion de
Oliveira Franco, da Empresa Paraibana de Pesquisa Agropecuária
(Emepa); Emanoel Dias da Silva, da ONG PATAC; Roberto Germano
Costa, diretor presidente do Instituto Nacional do Semi-Árido
(INSA); e Ederaldo José Chiavegato, professor do Departamento de
Fitotecnia da Escola Superior de Agronomia “Luiz de
Queiroz” (ESALQ/USP).
“Esperamos poder ajustar ainda mais o foco do nosso trabalho, que
sem a avaliação da sociedade não teria
sentido”, diz Napoleão Beltrão, chefe geral da
Embrapa Algodão.
REDAÇÃO: Dalmo
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