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Comercialização


A semente de mamona geralmente é vendida pelo produtor já descascada e ensacada (sacos de 60kg). A venda do óleo da mamona diretamente pelo produtor é muito rara, pois o processo de extração em pequena escala é ineficiente, sendo viável apenas para indústrias de maior porte.

A comercialização é um dos passos mais importantes que o agricultor toma, pois pode definir entre o lucro ou prejuízo. Portanto, recomenda-se que o produtor procure contactar os prováveis compradores e, se possível, acertar o preço antes do plantio para reduzir estes problemas.
 
No Brasil, ainda não existe uma estrutura de comercialização bem estabelecida para a mamona, de forma que produtores que ainda não têm tradição em seu cultivo podem encontrar dificuldade para venda da produção, principalmente se o volume produzido for pequeno e distante das áreas tradicionalmente produtoras. Para evitar problemas, antes de plantar, se deve sondar a existência de compradores na região ou em local que seja viável o transporte do produto.

A mamona é comprada principalmente pela indústria de extração de óleo, seja para produção de biodiesel ou para atender ao mercado de ricinoquímica, que é a indústria à base de óleo de mamona. Acesse aqui uma lista de alguns compradores de mamona no Brasil.

O preço de venda da mamona é definido a cada dia pelo mercado, podendo ser influenciado pela produção mundial (principalmente da Índia que é o principal produtor), pela cotação do dólar (já que a maior parte do óleo é exportada) e por condições locais, como distância até a indústria e impostos. Historicamente, esse preço varia muito, pois a demanda por parte das indústrias é praticamente constante, e quando ocorre um déficit na produção o preço sobre muito, por outro lado quando a produção é um pouco maior, o preço cai acentuadamente. Para diminuir esse risco, o Governo Federal, através da CONAB, estipula um preço mínimo de comercialização para garantir ao menos os custos de produção do agricultor.

 

Figura 1 -  
Foto: Arquivo Embrapa Algodão